Um estudo da consultoria Watson Wyatt revelou que aproximadamente um terço das empresas européias estuda implantar novos sistemas de gestão de pessoas para evitar a fuga de talentos e as mudanças no mercado de trabalho têm obrigado as companhias a adotarem novas estratégias. Publicado no início de Setembro de 2008, o estudo aponta processos como o Plano Sucessório como ferramenta de retenção de talentos.
No Brasil, este quadro é ainda mais preocupante. Atualmente, apenas 5,8 milhões de pessoas estão cursando nível superior no país. Este cenário indica que com o crescimento econômico, que já vem ocorrendo, a mão de obra qualificada se tornará cada vez mais escassa no país, e portanto as empresas sediadas no Brasil deverão tomar iniciativas para reter seus talentos.
O Plano Sucessório permite que a empresa planeje de uma maneira eficaz e assertiva as sucessões em suas posições-chave e traz para os colaboradores benefícios como aperfeiçoamento profissional e plano de carreira.
Identificar talentos, analisar as suas necessidades e desenhar programas que ajudem o colaborador a exercer toda a sua potencialidade. Estas são as principais ações do plano sucessório, benéfico para ambas as partes: mantém os funcionários motivados na empresa através da promoção do seu crescimento profissional.






