De acordo com um estudo realizado pelo Hay Group em parceria com o The Wall Street Journal revelou que o número de empresas que utiliza a Avaliação de Performance para remunerar seus CEOs aumentou em 2007. Das 200 maiores empresas do país, 129 aderiram a este plano.
A Avaliação de Performance relaciona diretamente o valor de remuneração do CEO com o desempenho da empresa nos objetivos e estratégias de negócio. Na maioria dos acordos, se a empresa não atingir um nível de desempenho, previamente estabelecido, isso refletirá no CEO.
O escopo da pesquisa considerou as 200 maiores empresas americanas, com faturamento anual superior a US$ 5 bi, como IBM, Citigroup e Coca Cola Company, entre outras. O resultado mostrou que os planos baseados na performance foram consideradas as melhores formas de remuneração e como incentivos a longo prazo.
As ferramentas mais tradicionais de incentivos de longo prazo tiveram declínio no ano de 2007, com queda de 7% nos planos de opção de compra de ações (stock options) e diminuição de 14% nos planos de concessões de ações time-vested restricted stock.
Apesar de um quarto trimestre fraco para muitas empresas, aquelas que foram pesquisadas mostraram um aumento médio na receita líquida de 7,9% e um total de 9% de retorno para os acionistas. A remuneração seguiu essa linha, com aumento de 4% nos salários base, chegando a US$ 1.050.000 na média, e de 4,5% no total cash, atingindo até US$ 2.939.000. Se forem incluídos os valores dos incentivos de longo prazo concedidos, a compensação direta total aumentou 3,5%, para US$ 8.848.000..
O uso da Avaliação de Performance por grandes corporações mundiais mostra os rumos de uma nova organização empresarial nesse século.






