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Benefícios e a contribuição para motivar o colaborador

27/04/2011

A escassez de mão-de-obra qualificada e as dificuldades em preencher vagas têm tirado o sono do RH. A preocupação de reter os talentos exige das empresas mais que salários diferenciados e os benefícios têm se mostrado como arma eficiente nesse processo.

Diante desse contexto, os benefícios influenciam a escolha e a permanência do profissional em determinada empresa. São uma alternativa na valorização do colaborador e funcionam como um salário indireto, contribuindo para a motivação no ambiente corporativo. Os benefícios agregam qualidade de vida no trabalho e, em alguns casos, contemplam a família do colaborador. Não é difícil entender que um profissional saudável tende a se sentir melhor dentro da empresa, o que impacta nos seus resultados com a redução dos afastamentos por doenças e até acidentes.

Antes de qualquer iniciativa, o RH deve mapear as carências de seus colaboradores e compreender o que eles querem, evitando discrepâncias entre as percepções do empregador e dos empregados. No plano de ação, incentivos de longo e de curto prazo devem ser agregados. No primeiro caso, eles despertam no colaborador o interesse pelo sucesso e longevidade da companhia. No curto prazo, proporciona reconhecimento pelo desempenho e alimentam o engajamento.

Um estudo realizado pela consultoria De Bernt Entschev Human Capital aponta que os principais benefícios oferecidos são planos de saúde (74%), auxílio-refeição (68%), assistência odontológica e seguro de vida (51% os dois). Outras companhias se preocupam com o futuro do profissional e oferecem planos de previdência privados para complementar a aposentadoria.

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