O processo que permite um "rodízio" de funções e dá ao colaborador a oportunidade de conhecer atividades diferentes dentro da própria empresa é conhecido como job rotation. Sua difusão foi alavancada com o movimento de globalização das organizações e atualmente tem tido mais aplicação junto aos estagiários e trainees. Mesmo em outros níveis hierárquicos, é uma metodologia eficiente para que a empresa identifique novas lideranças e o colaborador desenvolva uma visão mais ampla da corporação, conhecendo outros departamentos.
A proposta é a de que o colaborador aprenda pela vivência e pela prática, obtendo melhores resultados a partir da bagagem que ele tem aliada a uma nova experiência. Algumas companhias recorrem ao job rotation quando identificam que um colaborador está desmotivado ou quando ele mesmo solicita a mudança para conhecer outras áreas.
O consultor Sênior do Instituto MVC, Francisco R. Bittencourt, alerta que o job rotation não deve ser considerado uma simples transferência de função, pois sua finalidade é permitir ao ocupante incorporar uma visão mais abrangente (sistêmica), e, com isso permitir um aprimoramento no desempenho de sua função original.
Tal como outras iniciativas de educação corporativa, o job rotation deve ser planejado pelo RH e alinhado com os profissionais envolvidos. A mensuração do retorno desse processo também deve ser contemplada para identificar um plano de ações. Com a ferramenta de Gestão de Educação Corporativa da SER, as empresas recebem todo o suporte necessário no gerenciamento da educação corporativa, na qual se enquadra o job rotation.






