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O “Fenômeno” da equipe saiu da empresa. E agora?

04/03/2011

Recentemente, o jogador Ronaldinho “Fenômeno” anunciou sua aposentadoria dos gramados, gerando certo alvoroço no meio esportivo. Afinal, o jogador foi eleito o melhor do mundo e se tornou uma referência quando o assunto é futebol. Analisando o assunto pela ótica da gestão de capital humano, a saída de uma liderança pode deixar uma lacuna na gestão e impactar na motivação da equipe.

Compartilhar o ambiente de trabalho com alguém que é reconhecido no mercado pode ser instigante para os colaboradores, que por sua vez terão como referência de carreira um “fenômeno”. A dificuldade surge quando esse profissional decide sair da empresa em busca de novas oportunidades ou mesmo para se aposentar.

É nesse momento que o RH percebe que não tem um plano de sucessão para formação de novas lideranças. Considerando que muitos executivos não gostam de pensar que serão substituídos, cabe ao RH trabalhar uma perspectiva de longo prazo para formação dos profissionais e desenvolvimento de novos líderes. Mesmo que submetido a treinamentos intensos, um “fenômeno” não surge com um “clique”. A sucessão do lendário executivo Jack Welch é um exemplo (Leia mais: http://www.serhcm.com/noticia/124/plano-de-sucessao--as-licoes-aprendidas-com-jack-welch).

“Quando uma companhia coloca o plano de sucessão na pauta de gestão de pessoas, ela está mais preparada para esses momentos de transição, minimizando o risco de perda de informações e outros impactos negativos que podem até prejudicar a relação com o cliente”, explica o diretor da SER HCM, Sérgio Falsarella. Do lado da equipe, o principal ponto positivo é a possibilidade de que um colaborador seja preparado para ser o próximo “Fenômeno”, na liderança e motivação do time.

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