O relatório Managing Today´s Global Workforce, produzido pela Ernst & Young, aponta que o Brasil tem posição de destaque mundial graças às práticas de atração e retenção de profissionais. Diante de uma verdadeira guerra por talentos, de acordo com o estudo, o país conta com uma força de trabalho predominantemente jovem e em busca de carreiras desafiadoras, enquanto que nas economias desenvolvidas, há ameaças de gaps em posições técnicas (28%) e nível médio de gestão (26%).
As companhias responderam a esse cenário criando programas de trainees focados na atração e retenção de talentos da geração Y. Marcados por rodízio em unidades e funções diferentes, executivos seniores como mentores e até experiência internacional, em alguns casos, esses programas têm sido ferramenta decisiva para desenvolver colaboradores com grande potencial. Daí a necessidade de se alinhar programas de talentos com a estratégia global de negócios, aponta o estudo.
Conduzida com mais de 340 gestores de empresas globais da área de RH, finanças, gestão de riscos e executivos C-level - inclusive o Brasil (8% da amostra), a pesquisa foi preparada para examinar os componentes que caracterizam os programas de sucesso, com exemplos de como essas práticas diferem ao redor do mundo e por segmentos.
O estudo da Ernst & Young mapeou as três iniciativas de gestão de talentos mais importantes que os respondentes pretendem implantar: criar um banco interno de talentos para preencher necessidades futuras (64%), compreender e coordenar talentos em nível global para preencher posições-chave (33%), e oferecer estratégias de trabalho flexíveis, como compartilhamento de trabalho, trabalho remoto, horários flexíveis e aposentadoria em fases (31%).
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