A atração e a retenção de talentos têm como mecanismo favorável o desenvolvimento e a implantação de um sistema de remuneração variável. Seja por bônus, por análise, acompanhamento de produtividade e, cumprimento de metas ou resultados, este tipo de remuneração é almejado por profissionais que valorizam e reconhecem o sucesso através do esforço pessoal, que priorizam desafios e o gerenciamento de riscos.
Em alguns planos, a remuneração variável pode ter periodicidade, como é o caso dos bônus anuais e dos planos de participação nos lucros e resultados, em que a remuneração pode ser atrelada ao desempenho do profissional em determinado período, bem como à atuação dele juntamente com sua equipe. Desta maneira deve-se ressaltar que, os valores não são garantidos, pois estão ligados diretamente ao desempenho da empresa e do colaborador.
Há quem prefira o conforto da remuneração previsível, sem espaço para surpresas. Nas empresas formadas por equipes mais jovens da chamada “geração Y”, a disposição e a tolerância ao risco tendem a ser maiores. Com isso, a remuneração variável tende a ser percebida por esses profissionais como um reconhecimento às novas soluções ou um incentivo à criatividade.
Ela compõe a remuneração total, tornando mais atraente o trabalho em determinada organização e viabilizando a retenção dos profissionais-chaves. Entretanto, para que se cumpram os objetivos estabelecidos, ao se implantar um programa de remuneração variável, é necessário atenção, pois ele apenas se equiparar com os padrões médios do mercado, poderá ser percebido como parte do salário e não como uma mola propulsora para um desempenho de excelência e em constante superação.
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