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Somos estrategistas, lidando com pessoas e resultados!

04/02/2010

Parece que em meio às energias que emanamos em nossos dias, esquecemos de transformar os exemplos vividos em ações, e novas práticas que deveriam representar uma tradução automática de destreza ou um treino mais avançado, na busca de melhores adequações a todas as situações que se desenvolvem no contexto organizacional. Ao se referir um pouco ao ambiente corporativo, como poderíamos esquecer que em diversos momentos fazemos parte de uma história fantástica, onde nossos papéis não poderiam ser nada mais nada menos que de “Visionários Estrategistas”, cada um desenvolvendo seu trabalho, ao mesmo tempo em que os propósitos se alinhem em derrotar o “inimigo”?

Quando falamos em “inimigos” podemos citar: a falta de motivação; o absenteísmo; a falta de feedback; a inexistência de benefícios adicionais. Além disto, há a falta de comprometimento e de conscientização da utilização das ferramentas de trabalho, bem como a deficiência em estabelecer estratégias de negócios que estejam devidamente alinhadas com a missão, visão, valores e análise de todo o contexto da organização.

Evidentemente e estrategicamente falando, não podemos dizer que somos detentores de um sucesso que podemos planejar nos mínimos detalhes. No entanto, somos aqueles capazes de articular diretrizes e práticas específicas que compõem atitudes desse nosso lado “líder” e “empreendedor” que nos direcionem a transformar passivos em ativos, desmotivação em estímulo, falta de feedback em diálogo (troca) e avaliações de desempenho em políticas de desenvolvimento.

Como então, podemos dizer que não somos “gigantes na arte de fazer acontecer”? Cada um, em sua particularidade, dá vida aos processos organizacionais e não podemos esquecer que o desejo em ser melhor indica força de vontade e energia, características estas que vem da predominância de nossos pensamentos focados no que realmente desejamos, e isso todos podemos fazer.

O ser humano é o meio pelo qual uma organização atinge seus objetivos. Mas, se o que acontece é agir como se este talento tivesse apenas a equivalência de um número de registro de funcionário com meta estipulada na frente, teremos uma realidade totalmente disforme aos princípios que envolvem a Gestão de Pessoas.

Para avançar, ir adiante, o ambiente corporativo precisa de “Influenciadores e Estrategistas”, aqueles que são surpreendentes em suas posições e incrivelmente magistrais no quesito “diferenciação” - dar foco ao que realmente é importante para o contexto organizacional.

Sábios são os gestores e empresários que fazem de uma notícia estampada na primeira página de um jornal um ativo motivador para novas práticas organizacionais. Um exemplo de notícia que comumente vemos nos jornais: “Onde está a mão-de-obra qualificada?”.

Um empresário de forma habitual recebe seu jornal diário e depara-se com o enunciado acima. No mesmo instante este grande visionário convoca suas principais lideranças e diz que a pauta da reunião refere-se à seguinte pergunta: “O que podemos fazer para manter nossos colaboradores?”.

Que pergunta simplesmente magnífica! Isto é o que podemos chamar de empreender sucesso, dar foco no que realmente objetiva resultados, pois criamos diferenciais à medida que identificamos alternativas e oportunidades que nos remetam a grandes inovações. Afinal, não existe “o quanto” investido quando ainda não viabilizamos o “como” será aplicado.

Autora: Simone do Nascimento da Costa

Fonte: www.rh.com.br

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